domingo, 10 de março de 2013

Seitan com molho de amendoim e quinoa vermelha






  Utilizar o amendoim como ingrediente de um prato de seitan pode parecer uma sugestão pouco apelativa, especialmente para quem nunca provou seitan, mas é justamente na tentativa de desafiar aqueles que ainda não conhecem este preparado à base de glúten ( uma proteína que existe no trigo), que vos convidamos a experimentarem este prato.
  O seitan pode ser adquirido nas lojas de produtos naturais ou também pode ser preparado de forma artezanal e com a vantagem de ficar mais económico.
Obtém-se utilizando a farinha de trigo (processo mais demorado), ou farinha de glúten (processo mais rápido). A nível proteíco, o seitan é um excelente substituto da carne e é muito versátil para confeccionar. Serve-se assado, panado, em tartes, sopas e muito mais, basta imaginação. Bem temperado, adquire um sabor delicioso.
Se for intolerante ao glúten, deverá ter atenção e procurar outra proteína.
   A receita de hoje é mais um apelo ao paladar. Esperamos!  Resulta da combinação entre o seitan, o molho de amendoim e a quinoa vermelha.
   A quinoa é um grão de uma planta oriunda da Colômbia, do Peru e do Chile. É também conhecida por “grão de ouro” e foi muito utilizada pelos Incas e Astecas. Este povos conheciam muito bem os seus benefícios. Trata-se de um cereal rico em proteínas e muito fácil de digerir. A quinoa é isenta de glúten, muito rica em fibras, minerais e vitaminas.
   Encontramos facilmente duas variedades de quinoa: a branca e a vermelha. Para além do grão, existem também, a farinha e os flocos. A quinoa tem usos muito variados, pode servir para confecionar bolos, tartes, molhos, até aos pratos mais imprevisíveis.






























Ingredientes para 4 pessoas:

quinoa vermelha hidratada durante 4 horas
200 gr de seitan
100 gr de lombardo cortado em tiras
100 gr de cenoura cortada em tiras
1 colher de sopa de óleo de coco (à venda em http://biosamara.pt ou no Celeiro)
1 cebola média
3 dentes de alho
1 chávena de chá de amendoim em pó e 3 colheres de amendoim picado
2 chávenas de chá de água
2 colheres de sopa de shoyu
sal q.b.
Algumas gotas de limão






























   Deixe a quinoa a hidratar em água durante 4 horas e depois cozinhe em água com sal durante 30 minutos, em fogo médio. Quando estiver macia e com gérmen branco, escorra e deixe repousar durante 5 minutos.

Coza o lombardo no vapor até estar macio e faça o mesmo com a cenoura.
Pique a cebola e salteie no óleo de coco. Quando estiver dourada, acrescente os alhos. Deixe apurar durante 1 min em fogo médio, mexendo sempre e depois acrescente o seitan cortado em tiras finas.
Envolva bem e deixe cozinhar durante 5 minutos. Tempere com sal.

Para o molho de amendoim: Coloque a água num tacho e leve ao fogo. Tempere com sal, deixe ferver e acrescente o amendoim em pó. Envolva bem, adicione o shoyu e depois algumas gotas de limão. Quando estiver com a consistência pretendida, desligue o fogo e deite o molho sobre o seitan. Polvilhe com o amendoim picado.

Acompanhe com rabanetes e alfafa.

Bon appétit!


© veggie delicious food,  2013

domingo, 3 de março de 2013

Esparguete com favas


           A energia própria da Primavera começa a manifestar-se por esta altura. Testemunho disso é o aparecimento de alguns produtos da época no mercado. Refiro-me concretamente às favas, que embora ainda sejam pequenas, desafiam a nossa vontade de apreciá-las.
  Este  sábado, enquanto fazia a minha rotina semanal das compras, descobri favas à venda e não resisti! - Imaginei de imediato que poderia preparar um delicioso prato, conjugando favas com esparguete de algas.
  Durante muitos anos, as favas, não fizeram parte da minha lista de preferências. Talvez pelo facto de que, como diz a minha mãe, eu tenha comido muitas enquanto estive na barriga dela...
  No entanto, há poucos anos senti o impulso de experimentar favas frescas e adorei!
Desde então, voltaram a fazer parte da minha alimentação.
  O esparguete de algas com favas é um prato simples e rápido de confeccionar. As algas são dos alimentos mais completos e ajudam a desintoxicar o organismo. Óptimo para iniciar a Primavera, a altura do ano mais indicada para desintoxicar o organismo.
  Este esparguete com algas é fabricado na montanha, com água da nascente e a baixa temperatura. Combina muito bem com favas, cogumelos e natas de aveia. Humm, super rápido e saboroso.































Ingredientes:
Esparguete de algas (comprado na Miosótis)
200 gr de favas
150 gr de cogumelos
1 pc natas de aveia
1 colheres de sopa de azeite
sal q.b.































Cozer as favas no vapor até que fiquem macias e depois retirar a pele. Reservar.
Cozer a massa em água com sal (demora entre 8 a 10 min.).
Enquanto a massa coze, limpar os cogumelos, cortar em lâminas e saltear no azeite.
Escorrer a massa e acrescentar aos cogumelos. Envolver bem e adicionar as natas. Verificar se o tempero está bom.
Colocar num prato e enfeitar com as favas.

Bon appétit!


© veggie delicious food, 2013

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Legumes fermentados




































  Ontem participei no meu primeiro workshop de comida crudívora. Uma tarde agradável, no restaurante Bem-me-quer, a aprender novas ferramentas com a Márcia Almeida.
  O regime crudívoro, também conhecido como comida viva, sustenta que as enzimas presentes nos alimentos crus são mais benéficas para a saúde.
  Baseada numa combinação equilibrada entre os alimentos crus e germinados, a alimentação crudívora é terapêutica, promove a saúde e a vitalidade.
  Aprecio especialmente o regime crudívoro, e apesar de preferir confeccionar  refeições cruas em dias  quentes, os sumos verdes e os leites vegetais fazem parte da minha rotina alimentar.
  A minha inspiração nesta manhã de domingo não se retraiu pelo frio, pelo contrário, parecia adivinhar com expectativa, uma tarde bastante positiva, daí a energia que me entusiasmou à preparação de uns legumes fermentados, ricos em propriedades bacterianas, benéficas para o nosso estômago e intestinos.
  O processo de elaboração dos fermentados é bastante simples. Existe uma grande variedade de opções para fermentar: - repolhos, rabanetes, cebolas, cenouras, pepinos, tomates, abóboras, beringelas, batata-doce, entre outros. Basta escolher os mais apreciados, lavá-los, cortá-los em tiras finas, adicionar um pouco de sal e amassá-los até que libertem todo o suco e fiquem macios. Depois devem ser colocados num frasco de vidro para se concluir o processo de lacto-fermentação que irá preservar o alimento e aumentar o valor dos seus nutrientes. As bactérias transformam a glicose em ácido láctico, impedindo que se estraguem,  estimulam os bacilos lácticos a fabricarem vitamina C, enzimas e oligoelementos.
  Uma mais-valia no nosso equilíbrio alimentar...
  A fermentação pode ser feita optando pelo método mais simples (apenas com sal marinho, que inibe o crescimento das bactérias não desejadas), até fermentações mais elaboradas que podem levar água, vinagre, sal e diversos temperos.
  Para os legumes que preparei utilizei o método simples acrescentando apenas sal marinho.

Ingredientes:

1 repolho pequeno
½ couve roxa
½ colher de sopa de sal

































  Lave as couves e corte em tiras finas.
  Coloque num recipiente e tempere com sal (se achar necessário, acrescente mais do que a quantidade indicada).
  Amasse as couves até que libertem todo o suco, reduzam e fiquem macias. Este processo demora mais ou menos 10 minutos e deve ser feito apertando os ingredientes com força.































  Coloque as couves num fraco de vidro e prense bem até que fiquem completamente submersas no líquido. Atenção, os fermentados devem ficar mesmo submersos.
  Tape o frasco com um pano e deixe num local escuro entre 5 a 10 dias. Nesta fase o frasco não deve
estar fechado, apenas coberto.
  Prove e se já estiver com um sabor do seu agrado, tape o frasco e coloque no frigorífico para utilizar
sempre que desejar.
  Podem ser servidos a acompanhar qualquer prato. Com arroz são muito bons.


Bon appétit!


© veggie delicious food,  2013

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Leite de origem vegetal































  A sugestão de hoje baseia-se em mais uma ideia para começar o dia de forma saudável.   Refiro-me concretamente ao leite que é produzido à base de vegetais e que pode ser bebido a qualquer altura do dia.
  O leite vegetal é a opção perfeita para quem prefere não ingerir produtos de origem animal ou é intolerante à lactose. A percentagem de gordura é mínima se compararmos com o leite de vaca, e é bastante rico em ferro e fibras.
Para obter o leite podemos utilizar cereais, leguminosas ou oleaginosas.
  O processo de produção artesanal para consumo próprio adquire um carácter de satisfação e prazer que culmina enquanto se bebe a “poção mágica”.
  Existem no mercado vários tipos de leite vegetal, contudo, o preço nem sempre é convidativo.
  A preparação é bastante simples e semelhante nos diferentes tipos de leite que podemos fazer: demolhar os ingredientes entre 8 a 12 horas, triturar e coar. No caso das leguminosas é também necessário cozinhar.
  O leite de amêndoa, a receita de hoje, é muito saboroso e fácil de fazer. Fica a sugestão para saborearem um verdadeiro néctar.
Eu gosto do leite de amêndoa com o sabor natural mas, podem adoçar adicionando 2 tâmaras (demolhadas durante 8 horas), canela, ou o que preferirem.





























Ingredientes:

1 chávena de chá de amêndoas
2 chávenas de chá de água mineral
1 pitada de sal


Demolhar as amêndoas em água mineral durante 8h.
Escorrer as amêndoas e lavar em água corrente.
Colocar no liquidificador e acrescentar as duas chávenas de água mineral e uma pitada de sal.





























Triturar tudo até que as amêndoas fiquem completamente desfeitas.
Coar num pano de linho ou utilizar uma meia de mousse, espremendo bem até retirar todo o leite.

Eu prefiro o sabor do leite de amêndoas sem a pele. Retiro depois de demolhadas. Dá muito mais trabalho mas resulta numa textura mais aveludada.
A quantidade de água pode variar de acordo com a consistência preferida.
 Caso pretendam utilizar o leite em receitas, como alternativa ao leite de vaca, utilizem menor quantidade de água.
A polpa das amêndoas pode ser utilizada para biscoitos, bolo, pães, para colocar na sopa. Enfim, basta utilizar a imaginação!


Bon appétit!
© veggie delicious food,  2013

Raiz de bardana































  Numa das anteriores publicações já vos tinha revelado o quanto aprecio a raiz de bardana.   Como o prometido é devido, aqui fica um pouco do que conheço sobre esta super raiz.
  É rica em cálcio, potássio, vitamina C, magnésio, purifica o sangue, faz bem à pele. Enfim, uma vasta lista.
  A primeira vez que comi bardana senti que as minhas papilas gustativas entraram em “nirvana”. Amei!!! Mas confesso que aqui em casa a família, apesar de apreciar, não partilha a mesma opinião do que eu...
  Se quiserem experimentar a salada de bardana que fiz, apressem-se pois no Mercado Bio do Príncipe Real já devem restar muito poucas...






























Ingredientes:
½ raiz de bardana
1 cenoura grande
1 colher de sopa de óleo de sésamo
1 colher de sopa de sementes de sésamo






























Lavar a bardana e retirar a pele.
Cortar em tiras finas/ juliana e cozer no vapor até que fique macia mas sem ficar mole.
Lavar a cenoura e cortar também em tiras finas. Cozer no vapor até ficar macia.
Colocar o óleo numa frigideira. Acrescentar a bardana e a cenoura. Envolver bem e adicionar as sementes. Deixar apurar durante 1 ou 2 minutos.

Bon appétit!
© veggie delicious food,  Fevereiro 2013

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Salada de tofu
































O “mito” das saladas: perdição para uns, castigo para outros...

Certamente que quase todos nós já presenciámos determinadas situações, principalmente com crianças ( e até com adultos), a fazerem caretas quando lhes colocam um prato de salada à frente.
Para evitar estes episódios há que contornar a rotina do paladar, já que, apreciar determinados sabores, passa geralmente por uma re-educação alimentar e especialmente pela vontade de nos “libertarmos” da nossa rotina típica das saladas de alface ou de tomate.
Tradicionalmente, as saladas são pratos leves e saudáveis, servem-se em dias quentes ou frios, seja inverno ou verão. Basta querermos apreciá-las, seja em pratos principais, seja para refeições ligeiras, ou até elaboradas com requinte para celebrar momentos especiais.
O segredo é optar por ingredientes frescos e conjugá-los com imaginação.
Se prepararem uma salada como prato principal de uma refeição, como é o caso da receita que vos apresento, devem acrescentar uma proteína ao gosto, - neste caso sugiro o tofu.
Os vegetais devem ser bem lavados e depois secos num pano limpo. No caso de utilizar a alface, deixe simplesmente escorrer num passador, depois de bem lavada.
Sempre que possível, comprem legumes nos mercados biológicos - Lisboa já tem uma oferta que começa a ser razoável. Geralmente os legumes são mais frescos e mais baratos.

A minha sugestão de hoje é uma salada de tofu com molho de mostarda. Um bom molho faz a diferença e abre o apetite ao olhar e ao paladar.
Procurei obter determinadas texturas quentes e alguns sabores picantes, por isso fiz uma selecção de mizuna, rúcula e rabanetes.
A mizuna é uma verdura oriunda do Japão, também conhecida como mostarda japonesa. Tem um sabor ligeiramente amargo, é fresca e bastante crocante. Utilizei folhas jovens que comprei no mercado Bio do Príncipe Real.
Gosto muito de rúcula e por isso, utilizo com frequência. Aprecio a textura e sabor característico com um ligeiro travo picante e amargo. É rica em proteínas, cálcio, ferro e omega 3, ( acreditem, as proteínas encontram-se em muitos alimentos para além dos de origem animal).
Se estes sabores não forem do vosso agrado, podem sempre utilizar outros vegetais e manter a base da receita.
O tofu também pode ser ao natural, apenas marinado num pouco de shoyu, alho ralado e algumas gotas de limão. Se optar por esta solução, utilize tofu macio.































Ingredientes:

150 gr tofu cortado em palitos grossos e deixado a repousar durante 1hora num caldo de legumes com 1 colher de sopa de shoyu, 1 dente de alho ralado, 1 colher de sobremesa de sumo de limão, sal q.b.
4 espargos pequenos
Mizuna
Rúcula
3 rabanetes
2 azeitonas pretas cortadas em lascas
sementes de sésamo a gosto

Para o molho:

4 ou 5 colheres de sopa de azeite
1 colher de sopa de vinagre balsâmico
1 colher de sobremesa de mostarda dijon
1 colher de sobremesa de shoyu
sal

Unte uma frigideira com um pouco de azeite ou de óleo de sésamo e toste o tofu em fogo médio, de um lado e do outro até ficar dourado. Reserve.
Lave bem os legumes e seque num pano limpo.
Lave e corte finamente os rabanetes.
Lave os espargos, remova as partes lenhosas que não são digeríveis. Reserve a ponta e corte o corpo do espargo em tiras finas.
Prepare o molho juntando todos os ingredientes e verifique se necessita de sal.

Coloque os legumes num prato e o tofu por cima. Tempere com o molho de mostarda e salpique com as sementes de sésamo.

Bon appétit!
© veggie delicious food,  Fevereiro 2013

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Bolinhas de inhame e crumble de maçã













































A minha grande surpresa desta semana aconteceu na sexta-feira, quando recebi uma mensagem do Sr. Fernando Pinto a comunicar-me que tinha bardanas para venda, e que estaria no sábado no mercado Bio do Príncipe Real. Como podem imaginar fiquei radiante. Há anos que não como bardana e aprecio especialmente esta raiz exótica e muito rica.


Este fim de semana desenrolou-se num ritmo intenso: primeiro uma visita ao mercado biológico, depois uma passagem pelo supermercado Miosótis e finalmente o momento mais delirante das compras, que acontece sempre que visito o meu supermercado favorito, o Popat Store no Martim Moniz, onde os cheiros intensos e característicos dos produtos expostos adquirem uma magia singular.

Entretanto, as bardanas já estão armazenadas à espera de uma receita digna do seu estatuto de super raíz. E os legumes frescos que adquiri no mesmo mercado, fizeram as nossas delícias nas saladas que comemos no fim-de-semana. Rúcula, alface japonesa, rabanetes e muito mais...


Da cozinha, com amor, sugiro-vos, para hoje em louvor ao dia dos namorados, uma receita de inhame, comprado no supermercado indiano Popat Store. Receita esta, que estará certamente à altura de um jantar requintado  de um restaurante especial, mas neste caso, com a vantagem de poder confecionar em sua casa e evitar as filas habituais nestes dias especiais, que se não for a companhia, deixam qualquer um desmotivado...

Para o dia de São Valentim elaborei uma ementa  deliciosa que publico antecipadamente para que tenham tempo de adquirir os ingredientes.

Fica a sugestão:  um prato principal à base de inhame tostado, que aprendi com a minha querida amiga Laís, há anos, e que aprecio muito em ocasiões especiais.
O inhame é um rizoma muito saboroso que pode ser cozido, utilizado em sopas, purés, sobremesas, entre outras possibilidades. É rico em proteínas, fósforo e potássio e é considerado um substituto saudável da batata.
Ao comprar inhame tenha em conta que a textura deve ser áspera e uniformemente coberta de pêlo. Deve ser firme, sem áreas moles.
Acompanhe as bolinhas de inhame com arroz integral ou semi-integral e uma deliciosa vinagreta de rabanetes. 

Para finalizar, uma sobremesa apetitosa – trata-se da minha versão gulosa de um crumble de maçã.
Aqui fica o desafio: esperar na fila ou jantar na tranquilidade do lar?

Bon appétit!

Ingredientes para as bolinhas de inhame:






























5 inhames de tamanho médio
1 cenoura grande
1 cebola de tamanho médio
4 azeitonas pretas
1 colher de sopa de shoyu
1 colher de sopa de azeite
Sal q.b.

Lave os inhames e coza no vapor até ficarem macios mas sem se desfazerem.
Retire a pele e amasse com um garfo até ficar em puré. Reserve.
Pique a cebola e salteie no azeite até ficar macia.
Lave, corte e pique a cenoura.
Acrescente a cenoura à cebola. Tape o tacho e deixe apurar em fogo fraco até que fique macia. Tempere com um pouco de sal.
Tempere o inhame com o shoyu. Acrescente a cenoura e as azeitonas picadas. Envolva bem e forme bolinhas.
Para formar as bolinhas, humedeça ligeiramente as mãos.
Aqueça uma frigideira e toste as bolinhas de um lado e do outro até ficarem douradas. Tenha o cuidado de virar as bolinhas apenas quando a parte de baixo estiver bem tostada para que não se desfaçam.

Vinagreta de rabanetes:

1 cebola pequena
½ pimento verde
½ pimento vermelho
6 rabanetes
1 dente de alho picado
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de sopa de vinagre balsâmico
1 colher de sobremesa de shoyu

Descasque a cebola e corte em tiras finas.
Lave os pimentos e corte em tiras finas.
Lave os rabanetes e corte em rodelas finas.
Misture o azeite com o vinagre, o shoyu e o alho picado. Se achar necessário, coloque um pouco de sal.
Acrescente a cebola, os pimentos e os rabanetes. Envolva bem.





















Bon appétit!

© veggie delicious food,  Fevereiro 2013

Crumble de maçã com o meu toque pessoal:































Utilizei açúcar de coco que é um adoçante 100% natural e muito rico em magnésio, potássio, zinco e vitamina B1, 2,3 e 6.
O sabor é de chorar por mais...
E, se tem o meu toque pessoal, o chocolate não podia ficar esquecido.
Usei bolachas oreo para a base do crumble. Ok, não é uma bolacha que considere muito saudável mas de vez em quando não faz mal e é deliciosa. A ocasião justifica este pecado da boca...































Ingredientes:
1 kg de maçã de boa qualidade
200 gr de farinha de trigo
100 gr de açúcar de coco ( comprei em www.biosamara.pt)
125 gr de manteiga vegetal
1 colher de sobremesa de pó de cardamomo
1 colher de sopa de pó de canela
1 pitada de sal
1 pacote de bolachas oreo picadas.

Lavar as maçãs. Retirar a casca e cortar em lascas finas.
Dividir a quantidade de maçãs em duas partes iguais.
Salpicar uma das partes com gotas de limão e colocar a outra porção de maçã num tacho ao fogo.
Polvilhar com o pó de cardamomo e uma pitada de sal. Tapar e deixar em fogo fraco durante 3 minutos, mexendo de vez em quando.
Pré-aquecer o forno a 200º.
Misturar a farinha com a canela e acrescentar a manteiga à temperatura natural. Amassar com os dedos e acrescentar o açúcar de coco.
















Numa forma amovível colocar as bolachas oreo picadas e pressionar bem.
Colocar a maçã crua por cima das bolachas e por último a maçã que esteve a amolecer com o cardamomo.
Por último colocar a farinha e pressionar pequenas quantidades para que se afundem na maçã.
Alisar a superfície até que fique uniforme e levar ao forno durante 35 minutos.











































Bon appétit!
© veggie delicious food,  Fevereiro 2013